Política de Cookies

Este website utiliza cookies que facilitam a navegação, registo e recolha de dados estatísticos.
Ao prosseguir a navegação com cookies ativos está a consentir a sua utilização.
A informação armazenada nos cookies é utilizada exclusivamente pela Norgarante.Saiba mais

Compreendi
Linha de Apoio à Economia Covid-19
Moratória de Crédito - Apoio às Empresas
Linha de Crédito Investe RAM Covid-19.
Asset 1

Notícias

Agência europeia recomenda que vá trabalhar a pé ou de transporte individual

2020-05-19
bicicleta trabalho covid 19

À medida que Portugal avança na operacionalização do plano de desconfinamento definido pelo Governo, cada vez mais atividades e mais operadores económicos reabrem portas. Recomeço, reabertura, transformação, reinvenção, adaptação ou necessidade, são estas as caras com que muitos negócios reaparecem nesta nova normalidade após o pico pandémico provocado pelo novo coronavírus. Foi a pensar nessa realidade que a Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho (EU-OSHA) sistematizou um conjunto de orientações e conselhos úteis para as empresas aperfeiçoarem os seus planos de contingência no regresso ao trabalho.

Enquanto não for possível salvaguardar totalmente a segurança pessoal e a saúde de empregadores e trabalhadores nas deslocações para o trabalho, o documento  aponta para a vantagem do transporte individual, nomeadamente da bicicleta. Devem, por isso, as empresas disponibilizar espaços seguros para estacionamento e guarda de bicicletas e adotar medidas de incentivo aos trabalhadores que se desloquem a caminhar para o trabalho.

Favorecer o teletrabalho, substituir o serviço presencial pelo serviço à distância (por telefone ou vídeo), reduzir ao mínimo a presença de terceiros e o número de colaboradores essenciais à operação, seguindo as recomendações das autoridades de saúde nos contactos com matérias-primas, manuseamentos e procedimentos logísticos, e interação social são outros aspetos contemplados nas recomendações de desconfinamento da agência de informação da União Europeia para a segurança e a saúde nas atividades profissionais.

No documento – que tem em conta todo o ecossistema de uma empresa, contemplando os "stakeholders” e os familiares dos trabalhadores, nomeadamente –, são apontados seis aspetos críticos para um regresso ao trabalho bem-sucedido:

- permanente avaliação dos riscos e tomada de medidas adequadas;

- envolvimento dos trabalhadores;

- testagem e tratamento dos trabalhadores que tenham estado doentes no período de confinamento;

- planeamento para um possível segundo surto epidémico e aprendizagem para o futuro;

- monitorização da situação, atualização do plano de contingência e atualização da informação junto de fontes credíveis;

- produção de informação interna para funções e sectores específicos, por forma a que a atividade da empresa nunca fique em causa.

Entre nós, várias entidades, públicas e privadas, têm-se debruçado sobre os novos procedimentos individuais e as novas rotinas laborais que a reabertura da economia requer. É o caso da ACT, da Direção-Geral da Saúde e da empresa de prestação de serviços Trivalor.

A par das recomendações da EU-OSHA, são três contributos a considerar no redesenho dos planos de contingência de muitas empresas portuguesas.

Ver todas as noticias