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Notícias

AICEP quer acelerar exportações online

2020-06-17
Portugal Exporta

A AICEP - Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal acaba de lançar uma ferramenta digital para apoiar as empresas portuguesas a exportar via comércio eletrónico. Chama-se Acelerador das Exportações Online e constitui a mais recente funcionalidade do portal Portugal Exporta. Foi desenhada a pensar nas empresas produtoras de bens de consumo, intermédios ou de equipamento, já a vender para o estrangeiro ou em processo de internacionalização, e só obriga a um registo no referido portal.

Com recurso à inteligência artificial e na posse de informação base da empresa previamente registada em MY AICEP, a agência pública de promoção do comércio externo, através deste Acelerador das Exportações Online, disponibiliza uma "oferta customizada” de produtos e serviços de informação, formação e consultoria em comércio eletrónico internacional, assim como referencia os mercados digitais que se adequam à oferta em equação, nomeadamente ‘marketplaces’. Com este manancial de informação e conhecimento, a empresa estará em condições de "criar um plano de internacionalização digital”, cuja elaboração e execução serão apoiadas por técnicos da entidade promotora da nova ferramenta digital, assegura a agência.

Na sua apresentação, o presidente da AICEP, Luís Castro Henriques, referiu que a agência identificou "mais de 3.000 mercados” que podem ser utilizados pelas empresas portuguesas nesta fase de reabertura da economia mundial. Todavia, só 250 devem ser considerados como da "maior importância” para Portugal.

O comércio eletrónico tem vindo a assumir crescente preponderância no atual cenário pandémico, acentuou o presidente da AICEP, pelo que exportar online deve ser encarado como "um complemento” e "uma evolução necessária” para as nossas empresas. "Hoje os ‘marketplaces’ são quase como novas geografias, com especificidades e desafios próprios e oportunidades a explorar”, referiu Luís Castro Henriques.

A AICEP, entretanto, identificou 13 aspetos críticos a ter em conta pelas empresas portuguesas que vão iniciar ou pretendam intensificar as exportações por via eletrónica. O primeiro é decidir como vender online: loja própria, ‘marketplace’, redes sociais ou uma combinação destas opções? Seja qual for a opção, há que ter em conta que os níveis de investimento são diferentes, as margens de negócio dificilmente comparáveis e a dependência de terceiros é variável, entre outros fatores.

Há também que assegurar que os recursos tecnológicos nos garantem uma boa gestão de encomendas; temos uma logística eficiente e competitiva; dispomos de um serviço de apoio ao cliente de excelência; e há uma a integração dos negócios online e offline, se este existir. Definir o perfil do cliente, escolher a forma de apresentar os produtos, detalhar as suas características e prever e reagir a um aumento da produção são, igualmente, condições a considerar. Não menos importante são uma equipa especializada em vendas por ‘e-commerce’, a existência de competências de marketing digital, meios de pagamento fiáveis e, finalmente, o conhecimento detalhado dos aspetos legais e fiscais associados ao mercado de destino.

Num cenário de pandemia, em que os contactos presenciais vão continuar a rarear, quer as vendas efetuadas entre empresas (B2B) como ao consumidor final (B2C) por meios eletrónicos pode realizar-se por duas vias: através do website da empresa (loja própria), com controlo total do processo de comercialização e margens de negócio mais flexíveis, mas maiores investimentos; ou com presenças em plataformas online, partilhadas com outras marcas (marketplaces), arriscando menos e com investimentos mais baixos, mas com maior dependência de terceiros e margens mais reduzidas. As redes sociais são outra presença a ponderar e podem ser usadas como canal autónomo ou como apoio às vendas.

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