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Empresas familiares resistem e assim querem continuar

2019-11-19
 Empresas Familiares Designed by Freepik
A maioria dos líderes das empresas familiares à escala mundial desejam que elas se mantenham na família. Esta é uma das principais conclusões da edição deste ano do Global Family Business Survey da consultora Deloitte, que confirma a importância que os decisores de topo das empresas familiares atribuem à "visão de longo prazo”.

Na elaboração do estudo, foram ouvidos 791 executivos de 58 países, 21 dos quais portugueses. A grande maioria (68%) assume a matriz familiar como valor indissociável do negócio e deseja que a empresa continue a ser da família.

Relativamente a uma eventual transmissão da propriedade, 36% optariam por manter o controlo familiar em detrimento do ganho financeiro, 34% estariam dispostos a negociar e os 30% restantes não têm ideias definidas sobre o assunto.

Mais de metade dos inquiridos acredita que as suas organizações estão preparadas para os desafios do futuro em matéria de propriedade, governança e estratégia, mas não estão tão seguros relativamente aos planos de sucessão. E o estudo da Deloitte lembra, na linha do trabalho que tem feito a Associação Empresarial de Portugal, que as empresas familiares precisam de ter uma "estratégia clara” e uma "visão integrada”, na qual todos os membros da família se revejam, para que possam prosseguir com a sua missão de longo prazo e prosperar.

Em Portugal, onde 52% das administrações das empresas familiares são constituídas por membros da família detentora da propriedade, aspetos como a estratégia e a governança preocupam menos os líderes empresariais inquiridos do que a sucessão. Segundo o estudo, apenas 33% das nossas empresas familiares têm planos de sucessão a nortear as relações intrafamiliares. 

Para apoiar o financiamento de processos de concentração e de aumento de escala das empresas, e processos de sucessão e de aquisição de empresas, a Garantia Mútua terá brevemente ao dispor das empresas, a Linha de Apoio ao Desenvolvimento Negócio 2018 - Sucessão Empresarial e Incremento de Escala. As operações elegíveis nesta linha incluem a aquisição de participações em empresas, ou o incremento de participações sociais, em empresas existentes ou a constituir (neste caso, no âmbito de processos de sucessão), até ao montante máximo de 90% do valor total do investimento. O montante mínimo de financiamento por empresa é de 250 000 euros e o máximo de 2 500 000 euros, para operações até 10 anos.

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