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Exportações portuguesas sustêm queda provocada pela pandemia

2020-10-27
comércio internacional

As exportações portuguesas estão a conseguir suster a queda pronunciada em que tinham entrado, por força da pandemia da COVID-19, e no fim dos primeiros oito meses do ano davam já sinais de inversão da tendência de perda.

Com efeito, segundo os dados de agosto do comércio internacional de bens, divulgados neste mês de outubro pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), há a registar um progressivo desagravamento dos recuos homólogos, tanto nas exportações (-1,4%) como nas importações (-11,6%). Em relação a julho passado, a recuperação é mais acentuada, pois nesse mês as quebras foram de 7,3% nas vendas para fora do país e de 20,4% nas compras de bens originários do exterior.

No acumulado dos oito primeiros meses de 2020, a descida das exportações fixou-se em -14,1%, inferior à das importações (-18,3%), o que proporcionou uma melhoria do saldo da balança comercial: redução de -30,6%, para 9,4 mil milhões de euros. A taxa de cobertura passou a ser de 78,4%.

Em agosto, Espanha foi o principal mercado de destino dos produtos portugueses no estrangeiro, com 926 milhões de euros, o equivalente a um aumento de 2,8%. Para França foram exportados 503 milhões de euros (+21,1%) e para a Alemanha 469 milhões de euros (+2,6%), confirmando a importância dos países da UE na balança comercial portuguesa.

No lado oposto da tabela das vendas das nossas empresas para o exterior, no final do oitavo mês do ano estão Angola, com uma quebra de 32,7% e vendas de 64 milhões de euros, e o Reino Unido, com uma diminuição de 11,2% num total de bens exportados de 211 milhões de euros.

Para a progressiva retoma das exportações estão a contribuir as empresas da Região Norte e setores com tradição no comércio internacional, como o têxtil e vestuário, o agroalimentare os componentes automóveis.

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