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Portugal entre os países mais inovadores da UE

2020-07-24
European Innovation Scoreboard
Portugal subiu seis lugares no ‘ranking’ europeu da inovação e é agora o 12.º país mais inovador da União Europeia, a melhor colocação portuguesa de sempre. Na edição deste ano do "European Innovation Scoreboard” (EIS) – publicação anual da Comissão Europeia que serve para aferir e monitorizar a capacidade dos 27 estados-membros da União e de outras 10 nações europeias de competir pela inovação –, o nosso país aparece referenciado, pela primeira vez, como "fortemente inovador”, depois de na anterior edição, conhecida em 2017, ter ficado em 18.º, entre os "moderadamente inovadores”

Considerando as cinco últimas edições, divulgadas entre 2012 e 2019, Portugal é um dos países que melhor desempenho global apresenta.

O ‘ranking’ conhecido no final de junho último espelha a realidade de 2019 e traduz o investimento em inovação que o Estado, as empresas e o sistema científico e tenológico portugueses têm feito nesta área, nos anos mais recentes. É essa, aliás, a interpretação que a Agência Nacional de Inovação faz do posicionamento português neste EIS, ao assinalar a "forte convergência com a média da UE”, que já se vinha verificando desde 2016, de resto, e o facto de Portugal passar agora a integrar um grupo de países fortes em inovação, onde já estavam a Alemanha e a França, por exemplo. 

E há mesmo um parâmetro de avaliação – "inovação nas pequenas e médias empresas” (PME) – em que Portugal lidera, salienta a agência pública vocacionada para a promoção da inovação tecnológica e empresarial no nosso país.

Segundo o relatório do EIS de 2020, a melhoria da posição de Portugal assenta noutros pontos fortes, entre os quais há a destacar o ambiente propício à inovação, a atratividade do sistema de investigação e a existência de um tecido empresarial aberto à inovação. 

De registar, ainda, que o nosso país está acima da média da UE em indicadores como:
  • publicações científicas em coautoria com autores radicados fora do espaço comunitário;
  • os níveis de penetração da banda larga nas empresas;
  • o número de estudantes internacionais de doutoramento;
  • o registo de marcas comunitárias; as despesas em inovação não-tecnológica;
  • a percentagem de empresas com formação em tecnologias de informação e comunicação;
  • a percentagem de PME a investir em inovação de produtos/processos e em marketing/organizacional;
  • a quantidade de PME inovadoras envolvidas em projetos de cooperação empresarial;
  • e o volume de emprego gerado por empresas de elevado crescimento em sectores considerados inovadores.
Para chegar ao 12.º posto do ‘ranking’, Portugal capitalizou também outras dimensões importantes para o processo de inovação, onde o nosso país está acima da média da UE, como seja a existência de um ambiente económico favorável ao empreendedorismo e o nascimento de novas empresas. Noutros indicadores está em linha com a média europeia. É o caso, por exemplo, da procura pública de produtos tecnologicamente avançados e dos procedimentos necessários para a criação de empresas.

Para a melhoria da classificação de Portugal no ‘ranking’ europeu da inovação contribui também o esforço e crescente articulação entre o tecido empresarial e as universidades e politécnicos das regiões Norte e Centro

Na verdade, no "Regional Innovation Scoreboard” divulgado pela Comissão Europeia no ano passado, e em que é aprofundada a realidade regional de cada país em matéria de competitividade pela inovação, as duas regiões onde predominantemente opera a Norgarante haviam escalado um nível, a par da Área Metropolitana de Lisboa, tendo passado de "moderado +” a "forte -”.

Na UE, o país que lidera globalmente em inovação é a Suécia, que se mantém no topo há vários anos. Este país nórdico, que dispõe de uma dinâmica agência pública de inovação, a Vinnova, está a fazer investimentos avultados num ambicioso projeto de digitalização da economia e da sociedade e pretende tornar-se no primeiro país do mundo livre de combustíveis poluentes. Seguem-se-lhe a Finlândia, a Dinamarca e a Holanda. 

Apesar dos progressos registados entre os 27 e do incremento da sua resposta em matéria de inovação, a União Europeia alcança a quinta posição do ‘ranking’ global, que é liderado pela Coreia do Sul, seguida pelo Canadá e pela Austrália, assinala a Comissão no relatório do EIS deste ano.


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