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Procura interna é o principal desafio das empresas europeias em 2020

2019-12-19
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O estudo "European Economic Survey 2020” (EES2020), da Eurochambers, realizado junto de 53 000 empresas de 28 países da Europa, conclui que a principal preocupação das empresas para 2020 é o comportamento da procura interna. Em Portugal, as empresas apontam como principais desafios as vendas no mercado nacional, as exportações e a falta de mão-de-obra qualificada.

As perspetivas económicas das empresas portuguesas, para o próximo ano, são positivas com mais de 60% das empresas a preverem um aumento das exportações e do investimento e 55% a considerar que o clima de negócios será favorável.

A nível europeu o principal desafio referido pelas empresas que participaram no EES2020 é a procura interna, seguindo-se a falta de trabalhadores qualificados e os custos do trabalho. Na Alemanha e em alguns países da Europa Oriental, os preços da energia e das matérias-primas são igualmente uma das preocupações, assim como a procura externa.

O Brexit é outra das preocupações dos empresários, sobretudo na Alemanha, Irlanda, Malta e Chipre. A "guerra comercial” entre a China e os EUA está também entre os desafios referidos pelas empresas europeias, que temem o agravamento das taxas praticadas no comércio internacional.

No mercado de trabalho, as empresas inquiridas temem um abrandamento do reforço do número de trabalhadores, em parte, devido ao aumento dos custos do trabalho e à falta de trabalhadores qualificados. 

O relatório deixa uma série de recomendações às instituições europeias que tomam decisões políticas e económicas que afetam sobretudo as Pequenas e Médias Empresas, que são 90% do total das organizações que participaram neste estudo. 

A preocupação das PME com o mercado interno e com as exportações para países europeus sugere que é preciso uma nova aposta nos mercados locais e mais próximos na UE. O documento defende a necessidade de redefinir as políticas comerciais da União numa lógica mais "local” e reforça que o quadro jurídico dos regulamentos e acordos comerciais da UE tem de ser mais favorável às PME.

Entre as recomendações destaca-se, ainda, a necessidade de reduzir o impacto dos custos do trabalho e dos encargos sociais nas PME, promovendo leis e políticas sociais que defendam os interesses das empresas. Para as PME europeias é essencial o acesso mais fácil aos fundos e um maior conhecimento das ferramentas de financiamento, para que possam crescer. Dadas as dificuldades contínuas que as PME encontram para garantir o financiamento bancário em determinados Estados membros, a disponibilidade de fontes alternativas de financiamento, especialmente de capital de risco, deve ser promovida e facilitada, defende o estudo. As PME precisam de novas oportunidades de investimento, e a economia circular representa uma oportunidade para as empresas inovarem, aumentando a confiança nas matérias-primas secundárias ou fornecendo melhores condições estruturais para investimentos em tecnologias verdes, sugere o EES2020.
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